São Francisco do Sul completa 517 anos

Na manhã desta terça-feira (5), uma cerimônia foi realizada na Praça da Bandeira para homenagear o município

Um ato simbólico, hoje (5) pela manhã, na Praça da Bandeira, marcou o aniversário de 517 anos de São Francisco do Sul. O prefeito Godofredo Gomes Moreira Filho e o comandante da Delegacia dos Portos da cidade, Robson Mendes Alves, participaram do hasteamento das bandeiras.

Centro histórico de São Francisco do Sul visto do mar. Foto: Internet

O maestro da Banda Guarani, Márcio Leocádio, integrou a homenagem executando o hino de São Francisco do Sul com saxofone. A ideia foi marcar a data com uma homenagem de forma segura, em razão da pandemia, com transmissão via Facebook da Prefeitura.

Solenidade realizada nesta manhã, em São Francisco do Sul. Foto: Divulgação

Em sua fala, o prefeito agradeceu a participação da Marinha e deixou as portas abertas da Prefeitura para a instituição, bem como, homenageou a cidade pelo seu aniversário. “A Marinha e a Prefeitura, juntas, já fizeram muito pela cidade e vamos seguir nesse sentido. Estamos aqui hoje porque é importante conhecermos a nossa história, sabermos de onde viemos para determinarmos aonde queremos chegar. Parabéns, São Francisco do Sul ”, destaca.

Um pouco de história

Os franceses foram os primeiros a chegar no antigo município de São Francisco do Sul, a primeira cidade de Santa Catarina. São Francisco do Sul foi descoberta pelos europeus pouco depois da ‘descoberta’ do Brasil.

Chegada dos navegadores franceses. Imagem: Internet

A primeira expedição de europeus que aportou em São Francisco do Sul foi pelo navegador francês Binot Palmier de Gonneville, em 5 de janeiro de 1504, e ali permaneceu até 3 de julho do mesmo ano. O navegador francês levou consigo para a Europa o filho do cacique dos Carijós, mediante a promessa de educá-lo no manejo das armas e fazê-lo voltar à terra natal após 20 luas, época em que se daria o regresso da expedição.

Navegador francês Binot Palmier de Gonneville. Foto: Internet

Sabe-se entretanto que o nobre navegador francês viu-se impossibilitado de cumprir a palavra ao cacique Arosca, o que não impediu de dar ao índio “Iça-Mirim” uma educação à altura da casa que o hospedava na França. Em 1521, com 31 anos de idade, o jovem casou com Susane, filha de Binot Palmeir de Gonneville, tornando-se, desta forma, integrante de uma nobre família franco- carijó.

Alguns anos depois, os espanhóis fundaram uma povoação, no mesmo local antes visitado pelos franceses. Durou apenas dois anos (1553 a 1555) a sua permanência na ilha.

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