‘Que ele consiga enxergar o brilho que o Natal tem’, pede mãe por cirurgia a filho cego, em Itapoá

Joaquim Silvino da Silva, de 1 ano e 2 meses, nasceu com paralisia cerebral e, de acordo com médicos, uma cirurgia de correção poderá devolver parte da visão do menino

Como milagre de Natal, a mãe Fernanda Silvino da Silva, moradora do Balneário Mariluz, em Itapoá, tem como maior sonho dar ao filho Joaquim Tomasi, de 1 ano e 2 meses, a chance de, pela primeira vez em sua vida, enxergar o brilho do Natal, assim como o brilho do amor de seus dois irmãos e seu pai.

Gravação: Divulgação

“Agora vem o Natal, né. Que, neste Natal, a gente sabe que ele ainda não vai conseguir, entender, enxergar o brilho do Natal; mas, que, nos próximos, a gente consiga fazer com que ele participe mais, que ele fique com a família dele, que ele consiga enxergar o brilho que o Natal tem”, pede a mãe em vídeo.

Em um apelo feito em vídeo, Fernanda conta que, devido a uma hemorragia cerebral pelo parto prematuro, Joaquim ficou com uma lesão cerebral, que afetou 25% do órgão, acarretando um diagnóstico de paralisia cerebral. “Hoje, ele tem 1 ano e 2 meses de idade cronológica, e 9 meses de idade corrigida”, revela a mãe.

Com a grave lesão, o menino foi submetido a procedimentos cirúrgicos no coração e no pulmão, por ter Bronco Displasia Pulmonar. Outra questão que também preocupa a mãe são as crises convulsivas que afetam a criança e, agora, a cegueira. Hoje, de acordo com a Oftalmologista do Hospital Infantil de Joinville, Joaquim tem 0% de visão.

Diagnóstico de Joaquim, comprovando a lesão cerebral. Foto: Acervo

“Procuramos um especialista para tentar algum tratamento para que consiga reverter esse quadro de cegueira e tentar voltar a enxergar. Em consulta com a doutora Cristina do Hospital de Olhos Sadala Amim, ela nos explicou que, devido a lesão neurológica, a visão do Joaquim foi afetada. Em conversa, ela nos deu uma chance, pequena, do Joaquim voltar a enxergar; não uma visão 100%, mas pelo menos, para ter uma vida saudável”, explica a mãe.

Hoje, Joaquim ainda não anda e, para estimulá-lo, faz fisioterapia na tentativa de reverter o quadro de atraso motor devido a paralisia. Ele também é acompanhado mensalmente por especialistas no Hospital Infantil de Joinville. 

Com mais dois filhos, de 7 e de apenas 2 meses, a família vive com um salário de 2 mil reais, vindos da profissão de jardineiro do marido de Fernanda, pai de Joaquim. Ela afirma que, para realizar a cirurgia, que custa em torno de 30 mil, não terão dinheiro suficiente parapagá-la.

Foto: Acervo

Na tentativa de buscar, o quanto antes, a única chance que o filho terá para voltar a enxergar, a mãe fez uma vaquinha on-line. “Estamos aqui para pedir a sua contribuição, para que possamos fazer o tratamento e darmos esta chance para o nosso filho”, diz.

Para os leitores que quiserem contribuir com a campanha, clique aqui.

Contribuições:

Banco Bradesco
Agência: 0878
Conta Corrente: 31780-2
Fernanda Silvino da Silva 
CPF: 078.045.669-64

Telefone para contato: WhatsApp: 47-997588813

Texto: Herison Schorr

Jornalista formado pela Faculdade Bom Jesus Ielusc

1 Comment on "‘Que ele consiga enxergar o brilho que o Natal tem’, pede mãe por cirurgia a filho cego, em Itapoá"

  1. Que Deus em sua infinita bondade devolva a este anjo a visão para q ele possa deslumbrar o qual imenso é seu amor. Que Jesus lhe dê uma saúde abundante.

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