Representantes do Ensino de São Francisco do Sul lançam nota de repúdio diante das falas de jornalista

Maykon Roberto Hack declarou que alguns professores não querem trabalhar

O Conselho Municipal de Educação, juntamente com o Fórum Municipal de Educação (FME), o Conselho Municipal de Educação (COMED) e o Sindicato dos Servidores Públicos de São Francisco do Sul lançaram uma nota de repúdio às declarações feitas pelo assessor da Câmara Municipal de São Francisco do Sul e jornalista do site de notícias São Chico Online, Maykon Roberto Hack, feitas no seu Programa Live São Chico.

“Foi extremamente inconveniente e digna do NOSSO REPÚDIO, uma vez que pesem as diversas manifestações acadêmicas, sanitárias e dos órgãos da saúde pública alertando para os riscos do retorno dos estudantes às escolas, sendo irresponsável tal comentário vindo de uma figura ligada ao Poder Legislativo, com base e argumentações isoladas da realidade em que enfrentamos.

Ressaltamos que os professores que ora foram alvo de tamanha injustiça, assim como todos os profissionais da Educação, seguem firmes em prol dos estudantes, seguem vencendo e se superando a cada dia em prol dos estudantes.

Na live de esclarecimento, Maykon afirma que generalizou quando disse que os professores não quiseram voltar para as salas de aula. No programa, ele disse que os educadores “estão em casa, de boa, recebendo, descansando um pouco”, veja:

Gravação/Redes Sociais

Após a polêmica, Maykon postou uma vídeo de esclarecimento no Facebook:

✔️Ao Vivo |Nota de Esclarecimento: O meu PERDÃO para os PROFESSORES do BEM.

Posted by São Chico Online on Wednesday, October 14, 2020

Ao Folha Norte SC, o jornalista disse que foi interpretado de forma errada. “Fui questionado por vários pais de alunos que reclamam de professores que não estão dando a atenção merecidas no Google Class”.


Mas ele disse que não quis generalizar: “de fato, tem muitos professores que fazem sim o seu bom papel, e toda a profissão tem os bons e ruins profissionais. Falei, para dar uma sacudida. Não para atacar todos os professores”, argumentou Maykon.

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